Quantas vidas são necessárias para um plano de saúde PME?
O mínimo, como o sócio entra na conta e o que muda de 2 a 99 vidas.
Resposta rápida: Na maioria das operadoras, o plano de saúde PME (coletivo empresarial) começa em 2 vidas, e o sócio conta como uma delas. Ou seja, uma empresa com um sócio e um funcionário já contrata. Algumas operadoras exigem 3 vidas. Acima de 30 vidas, aumentam as chances de carência zero e de negociação de reajuste.
"Quantas vidas" é a primeira dúvida de quase toda empresa que vai contratar plano de saúde. A resposta curta: duas, na maior parte das operadoras — e o sócio conta como uma vida. Uma empresa com um sócio e um funcionário registrado já se enquadra no plano coletivo empresarial (PME).
O que conta como vida
Entram na contagem do mínimo:
- sócios e administradores registrados no contrato social;
- funcionários com vínculo CLT;
- em algumas operadoras, estagiários e prestadores PJ com contrato.
Dependentes (cônjuge, filhos) não contam para atingir o mínimo, mas podem ser incluídos depois que o contrato existe.
O que muda conforme o número de vidas
- 2 a 29 vidas: contratos costumam ser agrupados pela operadora para o cálculo do reajuste anual (pool de risco). Carência reduzida é comum; carência zero, menos frequente.
- 30 a 99 vidas: mais poder de negociação. Carência zero e condições comerciais melhores entram na mesa.
- 100+ vidas: passa a ser contrato corporate, com reajuste calculado pela sinistralidade do próprio grupo e desenho de plano sob medida.
E se a empresa tiver só o sócio (1 vida)?
Com uma vida só, o caminho costuma ser o plano coletivo por adesão (se o sócio tem vínculo com um conselho ou associação de classe) ou o plano individual. Vale comparar os três — a diferença de preço e de regras de reajuste é grande.
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